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  A qualidade das obras e a aposta em África marcaram a edição da ARCOlisboa 2019

Foto A qualidade das obras e a aposta em África marcaram a edição da ARCOlisboa 2019

De 16 a 19 de maio

A Feira, que encerra esta tarde a sua quarta edição com um balanço positivo de vendas, recebeu cerca de 11.000 visitantes.

A cidade e as suas instituições juntaram-se novamente para eventos e exposições nos principais museus, galerias e sedes de coleções.

A ARCOlisboa2019, feira coorganizada pela IFEMA e pela Câmara Municipal de Lisboa, fecha esta tarde as portas da sua 4.ª edição com um balanço positivo. O bom ritmo de vendas manifestado pelas galerias confirma o interesse dos colecionadores portugueses e internacionais pela arte contemporânea.

Nesta edição, que registou entrada de cerca de 11.000 visitantes, os profissionais, colecionadores e convidados destacaram, especialmente, a qualidade das obras expostas nos stands e o maior rasgo assumido pelos galeristas nas suas exposições, manifestando uma confiança superior nas possibilidades de negócio e na projeção dos artistas na feira. Em paralelo, destacaram também os conteúdos e o programa da proposta “África em Foco” que, através de 6 galerias e de 3 mesas de debate, trouxeram uma primeira aproximação da criação artística no continente africano que garante a sua continuidade na feira.

Situada no espaço histórico da Cordoaria Nacional, a ARCOlisboa consolidou-se como o grande encontro internacional de arte contemporânea de Portugal e como um instrumento essencial para a visibilidade de artistas portugueses junto das instituições internacionais e dos colecionadores vindos da Europa e América. O interesse despoletado pelas propostas artísticas das galerias participantes foi, juntamente com o programa social e cultural da cidade, o melhor ingrediente para atrair destacados colecionadores e profissionais internacionais, assim como representantes de instituições como MAXXI -Museo nazionale delle arti del XXI secolo, Roma; MAMCO, Musée d'art moderne et contemporain, Ginebra; Contemporary Art Society, Londres; Independent Collectors, Londres; Centre d'Art Centre d'Art Contemporain Genève; Pinacoteca de Sao Paulo; PIA, Partners in the Arts, Toronto; The Art Connector, Amsterdam; Cercle d'Art Contemporain MAM, São Paulo; Mécènes du sud, Marsella.

A ARCOlisboa encerra, assim, com um balanço positivo e vê confirmado, desde o primeiro dia, o otimismo das galerias e a satisfação dos colecionadores e instituições que fecharam numerosas aquisições. Entre outras, figuram as compras da Câmara Municipal de Lisboa para o Núcleo de Arte Contemporânea da autarquia, que adquiriu obras de Pedro Casqueiro - Galeria Presença; Cecília Costa - Galeria Pedro Oliveira; André Romão - Galeria Vera Cortês;  Jorge Queiroz -Galeria Moises Perez de Albeniz; João Onofre - Galeria Cristina Guerra; Isabel Simões - Galeria Bruno Múrias; Patrícia Garrido - Galeria Miguel Nabinho;  Dalila Gonçalves - Rodríguez Gallery; Tiago Alexandre - Balcony  Contemporary Art Gallery; e Carla Filipe - Galerie Krinzinger.

A Fundação EDP também realizou compras para a sua coleção. Entre as obras adquiridas destacam-se as obras de Ana Jotta, Gabriel Abrantes, Carlos Bunga, Rui Toscano e João Ferro Martins.

Do mesmo modo, a Fundación Helga de Alvear adquiriu obras de Michelangelo Pistoletto –Giorgo Persano; Erlea Maneros Zabala – Carreras Múgica; Sandra Baia – Fernando Santos; e Gerwald Rockenschaub – Vera Munro.

Pela segunda vez, a ARCOlisboa entregou o Prémio Opening que este ano coube às galerias Jahmek Contemporary Art, com sede em Luanda, e Copperfield, de Londres. Este galardão premeia o melhor stand da secção com a devolução do preço pago pelo seu espaço na feira, que neste caso foi repartido entre ambas, já que o júri atribuiu o prémio ex aequo.

Todos contribuíram do mesmo modo para a dinâmica da atividade de Lisboa que celebrou a ARCO em todos os seus recantos. A esse entusiasmo juntaram-se os principais agentes da arte contemporânea da cidade, não só as galerias, artistas e instituições como também os colecionadores que ofereceram momentos de encontro e de partilha das suas coleções com os participantes na feira.

Mais uma vez, destacou-se o apoio das instituições de Portugal à ARCOlisboa, onde estiveram presentes o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, assim como o primeiro-ministro, António Costa; a ministra da Cultura, Graça Fonseca; o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina; a secretária de Estado da Cultura, Angela Ferreira; entre outras distintas autoridades e personalidades da vida pública e empresarial do país. Também a embaixadora de Espanha em Portugal, Marta Betanzos, marcou presença na feira, bem como os representantes máximos da IFEMA, Clemente González Soler, Presidente do Comité Executivo, e Eduardo López-Puertas, diretor-geral.

A apreciação positiva da ARCOlisboa foi generalizada. A galeria Leandro Navarro afirma que

“para nós, que participamos desde o primeiro ano, esta foi a melhor edição de todas. Fazemos um balanço muito positivo quer em termos de vendas, quer em termos de contatos com os colecionadores”. Também a galeria Vera Cortês admite estar “muito satisfeita com as vendas, assim como com o programa vip. Além disso, notamos uma maior afluência de público”. A Cristina Guerra Contemporary Art destaca também o volume de vendas, que “foi muito positivo”, avançando que teve “mais e melhores vendas o que também dá nota do perfil dos colecionadores nacionais e internacionais que visitaram a feira. Além disso, o dinamismo da ARCO expande-se por toda a cidade”. 

Também as galerias africanas que participam pela primeira vez na feira partilham de apreciações semelhantes, fazendo um balanço extremamente positivo. A Galeria Movart afirma estar “muito satisfeita não apenas com as vendas, mas também pelos contatos que estabeleceu com os colecionadores e pelo interesse que foi demonstrado pelas nossas obras e artistas”. A Jahmek destaca também que a sua “primeira participação numa feira foi um êxito devido ao interesse dos visitantes pela instalação de Tiago Borges que, inclusive, foi galardoada com o premio Opening, superando todas as nossas expetativas”.

A ARCOlisboa, feira coorganizada pela IFEMA e pela Câmara Municipal de Lisboa e que conta com a colaboração institucional do Governo da República Portuguesa; Direção-Geral das Artes; EGEAC; Marinha; Turismo de Portugal; Turismo de Lisboa – ATL; com o mecenato da Fundação EDP e com a colaboração do Café Pessoa no programa público, fecha as portas da sua quarta edição hoje, 19 de maio, às 18 horas, e começará a trabalhar na ARCOlisboa 2020.

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